quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Estudantes Ocupam o Conselho Universitário da UFMG





Estudantes ocupam reunião do conselho universitário da UFMG

Com a proposta de aprovar um novo regimento interno para universidade, iniciou-se hoje dia 15 de dezembro, às 10 horas, reunião do conselho universitário da UFMG.
Com muita unidade de todo o movimento estudantil que se colocou desde o inicio contrario a aprovação dessa proposta de regimento,que centraliza o poder de decisão na mão do reitor e nos diretores de unidades diminuído o poder das decisões colegiadas, relativiza a participação discente e adota um regime disciplinar punitivo, retrocedendo em alguns aspectos em relação ao regimento atual.
Os estudantes tentaram ainda no saguão de entrada da reitoria convencer os conselheiros a votarem contra a proposta. Na reunião a bancada discente posicionou-se contra a proposta, mas o reitor de forma intransigente colocou a votação em regime de urgência, impedindo a bancada de pedir vistas ou qualquer discussão com a comunidade acadêmica sobre o processo.
Com o intuito de impedir a continuidade desta reunião cerca de 80 estudantes entraram na sala e fizeram a proposta de adiamento da votação para fevereiro de 2010 quando se iniciam as aulas, uma vez que a votação acontece no final do ano letivo sem discussão previa nos departamentos, congregações, no Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão e nas unidades. O reitor não acatou a proposta e suspendeu a reunião por tempo indeterminado. Já no inicio da ocupação um estudante foi agredido por segurança da universidade por tentar ajudar outros estudantes a entrarem na ocupação.
Os estudantes instalaram uma assembleia e aprovaram por unanimidade manter a ocupação do Conselho Universitário ate manifestação deste e o atendimento da pauta de reivindicação aprovada no conselho de DA´s e CA´s e pelo DCE, que se segue abaixo.


- Realização de Audiências, Assembléias, discussões nas Congregações, Departamentos e demais espaços da universidade para elaboração de uma nova proposta de Regimento;
- Por um Regimento que garanta democracia nas decisões da universidade, não centralizando poderes;
- Que o novo Regimento não tenha um caráter repressivo, mas educativo em relação aos estudantes.

Contatos:
Comissão de Comunicação da ocupação:

Luisa (DCE)- 86829625
Firminia (ANEL)– 84085076
Leonardo (UNE) - 84982338

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DCE UEPB realiza seminário sobre os 30 anos da Anistia no Brasil





Nos dias 12 e 13 de novembro de 2009, ocorrerá o Seminário "30 Anos de Luta Pela a Anistia", que ocorrerá na Faculdade de Direito da UEPB e na Faculdade de Direito da Facisa.

Em 1979 o povo brasileiro conquista uma vitória importante: a Lei da Anistia de 79. Ainda é muito recente esse período negro na história de nosso país. Essa história não poderá ser esquecida.

Por isso o DCE UEPB, a UNE, o Centro Cultural Manoel Lisboa - Paraiba, o Jornal Averdade, o DA de Direito da Facisa e o Movimento Correnteza estão preparando este evento, com o apoio da UEPB e da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

O Seminário terá a presença de vários perseguido e torturados pela ditadura, entre outros, como Edval Cajá, Prof Arroxelas, Prof Aécio Filho, Dep Luiz Couto e a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

A participação será gratuita com um preço simbólico de R$ 5,00 para obter o certificado.


PROGRAMAÇÃO

16:00H - EXIBIÇÃO DE FILMES - AUDITÓRIO DO DCE UEPB

19:00H - QUINTA-FEIRA (AUDITÓRIO DO CCJ/UEPB)

*A LUTA CONTRA A DITADURA E A LEI DA ANISTIA

- EDVAL NUNES CAJÁ;
- ANTONIO AUGUSTO ARROXELAS;
- PROF AÉCIO FILHO;
- DEP LUIZ COUTO;
- CASP;
- UNE.

SEXTA-FEIRA (AUDITÓRIO DA FACISA)

16:00H - EXIBIÇÃO DE FILMES - AUDITÓRIO DO DCE UEPB

19:00H - *30 ANOS DA LEI DA ANISTIA E OS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL

- COMISSÃO DA ANISTIA;
- PROF AÉCIO FILHO;
- DA DIREITO DA FACISA;
- UNE.


Legislativo comemora os 30 anos da anistia


13/11/2009 17:03


A Câmara Municipal de Campina Grande, atendendo propositura do vereador João Dantas, realizou nesta sexta-feira, 13, sessão especial em homenagem aos 30 anos da Lei da Anistia, que permitiu a volta ao Brasil de políticos, servidores públicos, artistas, estudantes e professores perseguidos pelo regime militar.

Participaram do evento os vereadores Olimpio Oliveira, Tovar Correia Lima, Laelson Patrício, Alcides Cavalcanti, Antonio Pimentel Filho, Rodolfo Rodrigues, o autor da propositura e o presidente do Poder Legislativo campinense, vereador Nelson Gomes Filho.

Também estiveram presentes o sociólogo Edvaldo Nunes Cajá que fez uma explanação dos anos que o País foi comandado pelo Regime Militar; o ex-vereador Oliveiros de Oliveira, a socióloga Lígia Pereira dos Santos, o cordelista e ex-preso político Manoel Monteiro, o deputado Romero Rodrigues, o professor Hermano Nepomuceno, o diretor da UNE, Tiago Medeiros, e ainda presenças de estudantes, professores, entidades de classe e familiares de pessoas anistiadas em Campina Grande.

Na oportunidade, João Dantas lembrou que a Lei da Anistia foi aprovada no dia 22 de agosto de 1979 e sancionada pelo então presidente João Baptista Figueiredo seis dias depois. O Projeto de Lei havia sido encaminhado ao Congresso pelo próprio Figueiredo, em junho daquele ano, por pressão da opinião pública.

O vereador João Dantas (PTN), autor da iniciativa e anistiado político, já vítima do Regime Militar preso e torturado, fez um breve relato de sua vida como preso político e disse que “a Sessão Especial é oportuna e necessária a fim de que não caia no esquecimento, não fiquem apenas em registros históricos, os anos de terror e sofrimento ocasionados pelo Regime Militar”.

Lembrou que esta Lei beneficiou imediatamente mais de 4.600 pessoas, entre militantes que foram presos, exilados ou que perderam empregos no serviço público em decorrência da opção política de oposição à ditadura militar. A lei concedeu perdão a atos praticados a partir de 9 de abril de 1964, quando o governo militar editou o Ato Institucional número 1 (AI1), que formalmente justificativa o golpe militar que depôs o então presidente, João Goulart.

Falaram ainda sobre os anos da ditadura no país os vereadores Olimpio Oliveira e Antonio Pimentel, a professora Anita Leocádio Pereira do Santos, o cordelista Manoel Monteiro, professor Hermano Nepomuceno, o ex-vereador Oliveiras Oliveira e Bruno Cunha Lima, Manoel Donato e a professora Lígia Pereira dos Santos.

Fátima Santos e Socorro Eloi

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Chapa da situação promove fraude na eleição do DCE UNICAP


Há dez anos o mesmo grupo político está à frente do Diretório Central dos Estudantes da Unicap, resultado: aumento de mensalidades anualmente sem nenhum questionamento e cobranças abusivas de taxas. É comum vermos a prorrogação de mandatos e processos eleitoras que são anulados por fraude! Afinal, essa é a única forma de se manterem no DCE, haja vista a insatisfação dos estudantes com a paralisia em que se encontra a nossa entidade.
Numa campanha animada por declarações de apoio de muitos colegas, o GRITO ESTUDANTIL denunciou o imobilismo das últimas gestões. As manifestações de apoio declaradas nos corredores e nas filas de votação incomodaram o grupo que vêm tentando se perpetuar no DCE. Vendo se aproximar a hora de acabar o seu reinado, se utilizaram dos mesmos recursos que costumam utilizar todas as vezes que foram ameaçados pela oposição: agressões físicas e fraude, a exemplo do que ocorreu nas eleições de 2007 quando a oposição “ganhou mas não levou”.
Atrasos na abertura e urnas que sequer foram abertas, desaparecimento de cédulas e de listas de votação, constituíram o quadro sombrio criado pelos membros da comissão eleitoral (quase todos ex-diretores do DCE ligados às últimas gestões). Mas, como nenhuma das medidas tirou o ânimo da campanha da oposição, a chapa da situação partiu para o desespero: agrediram o fiscal da chapa GRITO ESTUDANTIL e roubaram a urna do Ciclo Básico, localizada no 8º andar do Bloco G desaparecendo com ela entre os corredores e minutos depois, arremessando-a com o lacre violado próximo ao elevador, no primeiro andar. Simultaneamente, tumultuaram várias urnas onde a votação era favorável ao GRITO ESTUDANTIL. Inclusive, os membros da comissão eleitoral, no lugar de apurarem os fatos e tomarem as devidas providências, participavam do tumulto nas urnas.
O GRITO ESTUDANTIL recorreu ao Conselho de Diretórios Acadêmicos (instância deliberativa do DCE superior à comissão eleitoral e à diretoria) que interrompeu o processo eleitoral e se reunirá às 15h do dia de hoje (29 de outubro) para discutir os encaminhamentos do processo eleitoral.
Lamentamos a existência de forças tão retrógradas no movimento estudantil da Unicap ao ponto de não aceitarem a democracia estudantil e o voto dos estudantes. Cabe esclarecer que essas mesmas forças retrógradas têm por ídolo o Sr. José Sarney e quando o deputado do seu partido político ocupou a presidência da Câmara dos Deputados, defenderam o aumento dos salários dos Deputados sem dar uma só palavra sobre o aumento das verbas para a educação!
Defendemos a destituição da atual comissão eleitoral e a eleição de uma nova comissão que assegure a lisura e a democracia das eleições, bem como, a definição de uma nova data para a realização da votação, assegurando que a maioria dos estudantes escolha a diretoria do DCE.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

IV Congresso do DCE-UEPB aprova luta por mais recursos para a UEPB


De 22 a 24 de outubro, aconteceu na cidade de Patos o 4° Congresso Interno dos Estudantes da UEPB. Organizado pelo DCE-UEPB, mais de 100 delegados discutiram nos três dias de atividades o tema “Dinheiro Público para a Universidade Pública”, além de vários outros temas como movimento estudantil, Enade, assistência estudantil, e a conjuntura no Brasil e na América Latina.
A abertura ocorreu no auditório do Fórum Miguel Sátiro e contou com a participação do prefeito de Patos Nabor Wanderley, da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba, da Reitoria da UEPB, Associação dos Docentes da UEPB, Câmara de Vereadores do Município e da União Nacional dos Estudantes, representado por seu 1° vice-presidente, o companheiro Sandino Patriota.

No dia 23, pela manhã, os participantes debateram o financiamento do ensino superior público. Na mesa, o pró-reitor de Planejamento da UEPB, prof. Rangel Júnior, o presidente da ADUEPB, prof. Cristóvam Andrade, o presidente da ADUFCG-Patos, prof. Jacob Souto e de Sandino Patriota pela UNE. Depois da exposição, vários estudantes participaram ativamente, defendendo maior investimento no ensino público brasileiro, especialmente o apoio às instituições estaduais por parte do governo federal; o monopólio estatal das reservas do pré-sal; o fim do financiamento do ensino privado e a defesa de mais 1% da receita do estado da Paraíba para a UEPB, aumentando o aporte para 6%.

Os grupos de debate, à tarde, mostram a disposição de todos em contribuir no congresso, e forma coordenados pelos próprios estudantes. A fim dos GDs, a plenária aprovou por unanimidade a paralisação da programação, já que chegara à coordenação do Congresso a informação de que a Assembléia Legislativa da Paraíba realizava naquele momento uma sessão especial na a Câmara Municipal de Patos. Os estudantes, então, saíram em passeata para entregar aos parlamentares o documento discutido no congresso e solicitar o apoio parlamentar à proposta de acréscimo nas verbas da UEPB.

Com muita combatividade, todo o congresso percorreu as ruas de Patos com palavras-de-ordens em defesa da educação e por um movimento estudantil combativo. Ao chegar à Câmara, os estudantes foram proibidos de entrar. Por várias vezes os gritos eram ouvidos dentro da sessão especial e, após driblar a segurança do local e adentrar no plenário para apresentar a pauta de reivindicações, a comissão de estudantes foi agredida pelos seguranças da Assembléia Legislativa e expulsos do prédio, fato assistido pelo plenário lotado da Câmara e registrado pela imprensa. O fato só animou mais ainda os estudantes que aguardavam da porta da Câmara, e, logo em seguida, o presidente da sessão se viu obrigado a abrir o microfone ao DCE-UEPB. Então, Tiago Medeiros, coordenador-geral da entidade, defendeu a pauta de reivindicações dos estudantes e fez a denúncia pública das agressões sofridas.

Objetivo cumprido, todos saíram do local com o sentimento de que só com muita pressão e organização será possível conquistar mais verbas para a UEPB, bem como vencer a repressão daqueles que não toleram a rebeldia da juventude por um mundo melhor. À noite, a atividade cultural ficou por conta da apresentação da banda Biquíni Cavadão em praça pública, como parte da programação do aniversário da cidade de Patos.
Já no sábado, realizou-se o debate sobre o golpe militar em Honduras e as lutas na América Latina, contando com a participação de Rafael Freire, do PCR e do jornal A Verdade, e de Sandro Jardel, vereador do PT na cidade de Taperoá-PB. O tom da discussão foi a luta pelo socialismo no continente e a necessidade de uma maior organização popular no Brasil para tirarmos o país da lógica das privatizações e da influência dos EUA nas nossas decisões.

Após do debate, a plenária final aprovou o plano de lutas do DCE-UEPB, a criação da Diretoria de Mulheres do DCE; a incorporação imediata da representação estudantil dos novos campi já criados ou daqueles venham a ser formados na estrutura do DCE e moções de apoio ao diploma de Jornalismo e de repúdio à criminalização dos movimentos sociais.
Por fim, a plenária dedicou aquele 4º Congresso ao estudante José Anchieta, desaparecido desde 1969, após ser expulso da Furne, antiga UEPB, pelas forças de repressão da ditadura militar. Com isso, a gestão Correnteza prova mais uma vez que é com organização e espírito de luta que se faz um movimento estudantil combativo e comprometido com as transformações do nosso país.

Paulo Romero, DCE-UEPB

Com chapa única, a Gestão Zumbi Caeté consegue reeleição tendo uma grande participação dos estudantes do curso de Comunicação Social - COS.


Há pouco mais de um ano foi formado um grupo que adotou o nome de Zumbi Caeté, em homenagem à resistência e bravura do povo alagoano, representado nas heróicas lutas por liberdade dos negros, lideradas por Zumbi, e dos indígenas, concebida nos Caetés.

No Curso de Comunicação Social - COS, essa resistência deu seu primeiro resultado ao derrotar o grupo das antigas gestões, ligado ao PSTU/Além do Mito, que travavam a participação direta dos estudantes e o avanço das lutas. Esses que vem cumprindo o mesmo papel na direção do DCE-UFAL.

Em agosto do ano passado, por uma diferença ainda pequena (10% - 26 votos), a chapa Zumbi Caeté, tomou posse da Gestão 2008/09 prometendo a retomada das lutas e a construção coletiva desse importante diretório acadêmico.

Esse objetivo foi certamente bastante perseguido: a sede do DAFN foi transformada (ganhou computador, sofá, frigobar, ar-condicionado) e agora está sempre repleta de estudantes, a rádio livre N´ativa (localizada dentro do curso) foi reativada, seminários, festas, atividade do dia da mulher, debate e luta em defesa do diploma de jornalista, celebração do dia dos Relações Públicas, apoio a participação nos jogos internos, apoio ao trote e a semana dos estudantes de comunicação, participação nos encontros de área e a comemoração do aniversário de 30 anos do COS, movimentaram bastante o curso e garantiram a coesão dos estudantes para as lutas.

Primeiro, o caso do professor aloprado (professor que tinha DE e trabalhava para uma empresa privada e ainda queria que os estudantes fizessem o irregular trabalho dele), depois a defesa da democracia nas eleições do colegiado e, por fim, a grande luta que parou o curso exigindo mais professores e solução para os problemas de estrutura. Um grande ato mobilizou todos estudantes, os professores comprometidos e até os funcionários do curso, que saíram em passeata ocupando a reunião dos Pró-Reitores da UFAL.

Seguramente, com essas batalhas, ficou difícil para a “oposição” ter espaço no curso. De certo, esse grupo que dominou o DAFN por quase 7 anos não conseguiu formar uma chapa para a disputa. Enquanto faltaram 12 para essa dita oposição, o grupo Zumbi Caeté, com seus 42 membros, se reelegeu para fortalecer o DAFN e fazer mais uma gestão de luta. Com o tema: Juntos, somos mais DAFN. Elaine Gonzaga diretora de comunicação da nova gestão afirma: “vamos dar um passo a frente na unidade dos estudantes e nas suas conquistas. O DAFN sai fortalecido dessas eleições. Certamente, esses 240 votos conquistados com chapa única mostram a força que nos fará transformar o movimento estudantil da UFAL”.


Ésio Melo

Coordenador do Diretório Acadêmico Freitas Neto de Comunicação Social da UFAL

Membro do Movimento Correnteza – UFAL

Coordenação da União da Juventude Rebelião - Alagoas

DCE UFRPE luta por transporte de qualidade em Serra Talhada











"tudo tem o seu tempo determinado"...
Teoricamente é isso que se diz a um jovem em nossa sociedade. porém, diante de tanta desigualdade que se deve fazer? para alguns o caminho mais fácil seria o da conversa, do diálogo em salas fechadas, reuniões "quase secretas", ou puro e simplesmente a espera...
Isso era o que se esperava dos estudantes da UFRPE/UAST (unidade academica de serra talhada) por parte das autoridades da cidade, que volta e meia vem desapontando os estudantes, que neste último dia 07 de outubro decidiram parar. O motivo: um acidente envolvendo um carro da empresa que faz o transporte dos estudantes da cidade até o Campus, explorando a juventude através de um monopólio absurdo.




Os Universitários, dirigidos pelo DCE ( GESTÃO RECONSTRUÇÃO) fecharam a estrada que dá acesso ao Campus reivindicando da prefeitura a licitação bem como a melhoria do transporte e a segurança nas proximidades da universidade.



Não demorou muito as autoridades vieram para negociar com os estudantes um meio de "contornar a situação", "desatar os nós", "sentar pra bater um papo". e em reunião na prefeitura da cidade, alunos, professores e os responsáveis pelo transporte local, depois de muita pressão por parte dos estudantes, resolveram ceder, e admitir que o monopólio não poderia mais existir. em trinta dias a licitação começa, e com um aviso dos estudantes:



SE A EXPLORAÇÃO CONTINUAR...AGENTE PARA!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Poema contra o Golpe em Honduras




A nação diz não ao golpe


Já não tem valor algum
o voto do cidadão
Com o caso de honduras
se envergonha a nação
A america clama justica
pede a volta de Zelaya
abaixo a ditadura
queremos paz em honduras
e o fim da repressão

Trabalhadores e estudantes
forão as ruas pra mudar
Zelaya é o presidente
isso tem que acabar
os golpistas não aceitarão
prenderão e espancarão
até morte houve lá
abaixo a ditadura

chega de represão
não ao golpe militar

Esse caso é vergonhoso
pra toda america latina
Já basta a corrupção
desempregos e chacinas
O mundo diz não ao golpe
repressão carnificina
Zelaya é o presidente
abaixo a ditadura
fala a america latina




(Poeta Aziel Lima - Operário e Comunista)