terça-feira, 4 de maio de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

POR UM PROJETO POPULAR NO 58 CONEG DA UNE

Já estamos entrando na reta final de preparação do 58º Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE, que vai acontecer entre os dias 22 e 25 de Abril na cidade do Rio de Janeiro. Chegou o momento de fecharmos todos os detalhes, resolvermos a estrutura e garantirmos uma grande delegação presente e atuante no Coneg.

O Conselho terá um papel fundamental para o movimento estudantil brasileiro em 2010. É fato que o período eleitoral impõe o debate sobre o futuro do país nos mais diversos segmentos da sociedade, e o papel do Coneg será exatamente o de formular as propostas que a UNE defenderá durante esse período. Para além do debate eleitoral que, muitas vezes, se resume a uma disputa de poder entre os que pouco se diferem no conteúdo político, precisamos aprovar um projeto que apresente propostas de mudanças profundas para o país e seja capaz de mobilizar mentes e corações nas universidades e nas ruas.

Com certeza, nossa tarefa não será fácil, pois as forças governistas se apresentarão com propostas de transformar toda a atividade do movimento estudantil em palanque eleitoral para seus candidatos reformistas. É por isso que precisamos mobilizar várias lideranças estudantis, fundar e realizar eleições de DCE´s para marcar presença com combatividade e rebeldia durante o Coneg.

Por isso, não perca tempo. Vamos arregaçar as mangas agora para construir nossa delegação ao Coneg. Abaixo você encontra os valores do credenciamento das entidades ao Coneg, lembrando que o Conselho não fornece alimentação aos participantes, apenas estadia. No sítio do UNE (www.une.org.br) você poderá encontrar o regimento do Coneg, a programação, e a ata de eleição dos delegados do DCE, UEE ou executiva de curso.

Valor do credenciamento:

a) UEEs e Entidades Municipais – R$ 500,00 (quinhentos reais)

b) Executivas Federações e Coordenações de Cursos R$ 400,00 (quatrocentos reais)

c) Entidades que representem mais de 20 mil estudantes – R$ 300,00 (trezentos reais)

d) Entidades que representem de 10 mil a 19.999 estudantes – R$ 200,00 (duzentos reais)

e) Entidades que representem de 01 a 9.999 estudantes – R$ 100,00 (cem reais)

f) Observadores: R$ 75,00 - (setenta e cinco reais) para o (a) estudante que possui Carteira da UNE de 2010 e R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais) para o (a) estudante que não possui a Carteira da UNE.

quarta-feira, 17 de março de 2010

OCUPAÇÃO DO R.U. CONQUISTA REDUÇÃO DA METADE DO PREÇO


Foi reaberto o Restaurante Universitário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) no dia 15 de março (segunda feira) fruto de muita luta abaixo assinados, reabertura simbólica e vários atos promovido pelo Diretório Central dos Estudantes, mas a reitoria quer abrir o bandejão a preço de mercado, custando R$ 6 o almoço e R$ 5,20 a janta

Os estudantes organizados pelo seu DCE e seus Diretórios Acadêmicos, decidiram que não iriam se submeter a essa política de falta de assistência estudantil dentro da universidade e entenderam que este preço é uma afronta aos estudantes que com tanto sacrifício se mantém na Universidade.

Mais de duzentos estudantes pularam a catraca no primeiro dia de reabertura. Indignados pelos valores realizarem assembléia estudantil dentro do R.U. e decidiram ocupá-lo. No ínicio da noite o Reitor Vamar Correia não aquentou a pressão e voltou atrás e reduziu pela metade , chegando ao valor do almoço R$3,00 e R$ 2,60 o jantar e conceder gratuidade para 500 estudantes.

“Consideramos importante porque, em apenas um dia de protesto, conseguimos baixar pela metade. Mas R$3,00 ainda é muito caro. Nossa Meta é gratuidade para todos os estudantes. Por isso vamos dormir aqui e só sairemos quando conquistarmos a gratuidade” garantiu o presidente do DCE –UFRPE Yuri Pires, hoje (16/03) os estudantes forneceram feijoada a R$1,00 no almoço e no jantar iram fornecer sopa dentro do R.U., “ vamos provar para o reitor e para a universidade que é possível ter refeições por preço baixo” disse Yuri.

Alexandre Ferreira

Diretor de Assistência Estudantil da UNE

domingo, 14 de março de 2010

Estudantes da UEPB ocupam reitoria e conquistam reabertura de vagas na residência







Campina Grande - PB, 08 de março de 2010.

Os estudantes Residentes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) se manifestam contra a política apresentada pela administração da universidade e ocupam a Reitoria da UEPB desde a última quinta-feira (04), onde numa ultima tentativa de negociação participaram de uma reunião com a PROEG (Pró-Reitoria de Ensino de Graduação). Na reunião, os estudantes obtiveram a confirmação, por parte da pró-reitora Eliana Maia, da não abertura de vagas para entrada de novos residentes na casa e com isso finalizar as atividades da atual Residência.
Atualmente a Residência Universitária da UEPB possui 19 estudantes, apesar de sua capacidade ser de até 40 pessoas, dessa forma, a UEPB deixa de atender estudantes que tem o direito de acesso a essa residência. Em contra partida apresenta apenas uma proposta de BOLSA MANUTENÇÃO (R$ 400,00 mensais).
Após serem eliminadas todas as possibilidades de negociação e conciliação entre os Residentes e a Reitoria, os estudantes decidiram seguir com a OCUPAÇÃO da Reitoria até que seja apresentada uma proposta que atenda as reivindicações da luta do movimento dos residentes por Assistência Estudantil e que seja garantida da continuidade da Residência Universitária da UEPB.
Os residentes exigem que seja aberto o Edital para inscrições de novas vagas na Residência e que melhore as condições de moradia existentes hoje. As manifestações dos estudantes são justas, eles lutam apenas pela garantia da efetivação de seus direitos. Eles demonstram, a todo o momento, que estão abertos ao diálogo, contudo, hoje a ocupação passa do seu terceiro dia e, mesmo assim, a REITORIA não apresenta nenhuma proposta de renegociação, sustentando a fala que não vai ser aberto o edital para a admissão de novos residentes.
Os estudantes continuaram firmes na luta contra essa política ultrapassada apresentada pela administração da UEPB.
Na terça-feira, 09 de março, a reitoria da UEPB aceitou sentar com os residentes e com o DCE para negociar e resolver as reivindicações.
Foi encaminhado por parte do DCE uma pauta de revindicações para a assitência Estudantil com os seguintes pontos: 1. Criação de uma Pró-Reitoria de Assistência Estudantil; 2. Atendimento da pauta dos residentes; 3. Reabertura imediata das vagas para a residência; 4. Definição de um número mínimo de 50 vagas para a residência e 5. Criação de residências em todos os campi.
A reitoria acatou todas as reivindicações dos residentes e DCE, prometendo avançar essa discussão nas próximas semanas.
Assim, está claro que o movimento estudantil organizado e combatico conquista.

Tiago Medeiros
UNE PB-RN

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Gestão Rebele-se do DCE/JML realiza audiência sobre construção do R.U.



Durante todo o período em que a gestão Rebele-se vanguardeia o movimento estudantil e as lutas do Instituto Federal do Ceará (IFCE), é perceptível muita combatividade e intransigência quando o tema é garantir aos estudantes uma assistência estudantil verdadeira. Foram várias manifestações e atos políticos exigindo a construção do Restaurante Universitário (R.U.), desde a gestão Correnteza 2006-2007.

Aconteceu no dia 10 de fevereiro, uma audiência pública no instituto para confirmar realmente à comunidade estudantil o andamento do processo licitatório, o inicio das obras para a construção do restaurante universitário. Além disso, a audiência teve o papel de divulgar aos estudantes, a conquista de uma emenda parlamentar de R$300 mil reais, ou seja, 50% do orçamento geral, através de uma articulação política encabeçada pela União da Juventude Rebelião (UJR) e o Diretório Central dos Estudantes do IFCE, com o Deputado Federal Eudes Xavier (PT-CE).

Estavam presentes na mesa de debate: Fabio Araujo (Coordenador-Geral do DCE-JML), Claudiane Lopes (União Nacional dos Estudantes), Antônio Carlos (Secretário- Geral do PT-CE, representando o Deputado Federal Eudes Xavier), Moisés Mota (Diretor Campus Fortaleza) e o Reitor do IFCE, Cláudio Ricardo. Ao longo do debate em que as representações declaravam suas opiniões acerca do R.U, à Reitoria fez questão de mostrar mais uma vez um novo projeto do restaurante aos estudantes, e explicou todo o processo burocrático, desde a garantia do orçamento até a contratação da empresa que executará as obras.

“O R.U significa todo um histórico de lutas desde 2007 ate hoje em que foi preciso vários debates, mobilizações e manifestações pra que em fim possamos dizer que só com lutas se garante as mudanças em nossas vidas”, exclamou Fábio Araujo. Entretanto, aos muitos estudantes que escutaram do Reitor Claudio Ricardo , que 2010 será o ano de inicio de todo o processo para construção do R.U, vale lembrar que por vários anos a Reitoria prometeu aos estudantes, mas não cumpriu, e se por mais uma vez o mesmo se repetir, o DCE-JML cumprirá novamente o seu papel de organizar os estudantes e levantar o mais alto a bandeira da real assistência estudantil.

Não à evasão escolar! R.U. já!

Claudiane Lopes – 3º Diretora de Políticas Educacionais da UNE.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DA JUVENTUDE E DO MOVIMENTO ESTUDANTIL NO EQUADOR

A juventude latino-americana é parte do rico processo de mobilizações e lutas que vive nosso continente. Nos últimos anos a classe operária e os povos têm se levantado contra a dominação imperialista e a opressão do sistema capitalista decrépito. As derrotas eleitorais sofridas pelos candidatos mais declaradamente neoliberais e a colocação de candidatos mais identificados com os interesses populares em seus lugares é resultado desse atual processo.


FEUE

No Equador, essa realidade também se faz presente. Do Brasil assistimos a luta da juventude e dos estudantes que conquistaram a educação pública gratuita; a luta conjunta com os professores contra os ataques do governo à educação; bem como, em todas as mobilizações que defenderam a autonomia universitária em todo esse processo de lutas, no qual jogaram papel fundamental a Federação dos Estudantes Universitários – FEUE e a Juventude Revolucionária do Equador – JRE.

Em nossa opinião os acontecimentos do início de dezembro, na Universidade Central do Equador que culminaram na prisão arbitrária de Marcelo Rivera, Luis Centeno e Luis Agurto expressam um movimento de criminalização dos movimentos sociais no país, que deve ser repudiado por todos os defensores da democracia e da liberdade.

Enquanto estão presos lutadores sociais que dedicam suas ações para a defesa de uma universidade popular, seguem impunes grupos fascistas provocadores que vem se formando dentro das universidades, no caso da Universidade Central do Equador, apoiados e financiados pelo atual Reitor Samaniego.

Através dessa nota vimos reafirmar nossa total solidariedade aos estudantes presos e expulsos, bem como ao movimento estudantil, a Federação dos Estudantes Universitários – FEUE e a Juventude Revolucionária do Equadro – JRE, alvos de mentirosos ataques e calúnias publicados na imprensa que pertence aos ricos. Exigimos a imediata liberdade de Marcelo Rivera, Luis Centeno e Luis Arguto e a reintegração desses na Universidade. Repudiamos ainda as medidas repressivas e de criminalização dos movimentos sociais tomados pelo Reitor e o corpo dirigente da Universidade Central do Equador.

  • Liberdade para Marcelo Rivera, Luis Centeno e Luis Arguto e imediata reintegração na Universidade;
  • Não à criminalização dos movimentos sociais e da juventude;


FEUE

28 de janeiro de 2010
Coordenação Nacional
União da Juventude Rebelião

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Todo apoio à Comissão Nacional da Verdade! - por Sandino Patriota

No apagar das luzes de 2009, a publicação pelo governo federal de um documento intitulado “Programa Nacional de Direitos Humanos” trouxe à tona contradições que sempre clamaram por solução no Brasil. O documento, um calhamaço de mais de duzentas páginas, podia até passar despercebido como apenas mais uma declaração de boas intenções, não fosse o reacionarismo e o medo de alguns setores encastelados nas forças armadas e de seus porta-vozes na mídia monopolizada.

Acontece que, no capítulo que trata do direito à Memória e à Verdade, o documento institui que o governo enviará ao congresso, até abril de 2010, um projeto de lei que criará a Comissão Nacional da Verdade. Esta comissão terá o papel de, a exemplo de países como Argentina ou Chile, reunir informações sobre os mortos e desaparecidos políticos durante a ditadura militar; investigar os torturadores e outros agentes que cometeram crimes de lesa-humanidade; verificar casos de enriquecimento ilícito através do uso do aparato ditatorial, além de coletar outras informações relacionadas. O mesmo documento define responsabilidades dentro do governo ligadas à promoção de ações culturais e pedagógicas que estabeleçam o direito à memória, como a de renomear espaços públicos que hoje homenageiam quem foi responsável pela tortura, e outras ligadas ao ordenamento jurídico, como a ratificação de acordos internacionais relacionados aos direitos humanos.

Isso foi o suficiente para que uma série de generais de alta patente e o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, apresentassem pedido de demissão como forma de pressionar o governo. A grande mídia foi, mais uma vez, porta-voz desses setores retrógrados afirmando que o governo estava querendo “rever a Lei da Anistia”, “que era preciso punir também os militantes de esquerda que praticaram a luta armada” e que o documento era “contra as forças armadas brasileiras”. Logo se vê que esses setores temem a verdade. E muito.

Temem a verdade a Folha de São Paulo e a Globo, porque uma Comissão Nacional da Verdade comprovaria todas as falcatruas que fizeram a família Frias e a família Marinho para construir seus impérios de comunicação, acobertando sequestros e torturas, divulgando as mentiras dos ditadores. Temem a verdade uma série de monopólios capitalistas que viram sua fortuna multiplicar no período da ditadura através do chamado “milagre econômico”. Enquanto que para o povo brasileiro sobrou o peso da dívida que retira dinheiro da saúde e da educação públicas, para esses monopólios (em especial o da construção civil como a OAS e a Odebrechet) ficaram todo o lucro das gordas licitações de obras faraônicas, algumas que nunca foram concluídas, como a Transamazônica.

Mas temem a verdade, principalmente, os torturadores, aqueles que ordenaram e/ou praticaram os crimes contra a humanidade que, segundo as regras do direito internacional, não prescrevem nunca. Não se trata de nenhum revanchismo levar esses monstros ao banco dos réus, mas sim de estabelecer a verdade histórica e deixar claro para as atuais e futuras gerações que aqui se faz, aqui se paga, que não existe impunidade para quem tortura e servicia um ser humano, e que as torturas contra criminosos comuns, que seguem existindo no sistema penal brasileiro, precisam ter um fim.

A União Nacional dos Estudantes é, talvez, a entidade do movimento popular mais interessada na instauração e no funcionamento de uma Comissão Nacional da Verdade. São parte dos desaparecidos políticos e torturados brasileiros alguns ex-diretores da UNE, entre eles Honestino Guimarães, presidente da entidade no início da década de 70, sequestrado pela ditadura e até hoje não encontrado. Interessa-nos uma Comissão da Verdade para saber de quem partiu a ordem e quem organizou o incêndio do nosso prédio na Praia do Flamengo através de um ato terrorista logo após o golpe de 64. Queremos uma Comissão da Verdade que identifique como se formou toda uma cadeia de dedurações no interior das universidades, responsável pela perseguição e expulsão de uma série de estudantes, professores e funcionários.
Nosso país não alcançará uma democracia plena enquanto não fizer esse necessário encontro com a sua história e lavar as feridas provocadas pelos que torturaram e sequestraram. É papel dos estudantes e da UNE defenderem de maneira firme a instalação da Comissão Nacional da Verdade e a punição para os que praticaram ou ordenaram crimes contra a humanidade.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Estudantes Ocupam o Conselho Universitário da UFMG





Estudantes ocupam reunião do conselho universitário da UFMG

Com a proposta de aprovar um novo regimento interno para universidade, iniciou-se hoje dia 15 de dezembro, às 10 horas, reunião do conselho universitário da UFMG.
Com muita unidade de todo o movimento estudantil que se colocou desde o inicio contrario a aprovação dessa proposta de regimento,que centraliza o poder de decisão na mão do reitor e nos diretores de unidades diminuído o poder das decisões colegiadas, relativiza a participação discente e adota um regime disciplinar punitivo, retrocedendo em alguns aspectos em relação ao regimento atual.
Os estudantes tentaram ainda no saguão de entrada da reitoria convencer os conselheiros a votarem contra a proposta. Na reunião a bancada discente posicionou-se contra a proposta, mas o reitor de forma intransigente colocou a votação em regime de urgência, impedindo a bancada de pedir vistas ou qualquer discussão com a comunidade acadêmica sobre o processo.
Com o intuito de impedir a continuidade desta reunião cerca de 80 estudantes entraram na sala e fizeram a proposta de adiamento da votação para fevereiro de 2010 quando se iniciam as aulas, uma vez que a votação acontece no final do ano letivo sem discussão previa nos departamentos, congregações, no Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão e nas unidades. O reitor não acatou a proposta e suspendeu a reunião por tempo indeterminado. Já no inicio da ocupação um estudante foi agredido por segurança da universidade por tentar ajudar outros estudantes a entrarem na ocupação.
Os estudantes instalaram uma assembleia e aprovaram por unanimidade manter a ocupação do Conselho Universitário ate manifestação deste e o atendimento da pauta de reivindicação aprovada no conselho de DA´s e CA´s e pelo DCE, que se segue abaixo.


- Realização de Audiências, Assembléias, discussões nas Congregações, Departamentos e demais espaços da universidade para elaboração de uma nova proposta de Regimento;
- Por um Regimento que garanta democracia nas decisões da universidade, não centralizando poderes;
- Que o novo Regimento não tenha um caráter repressivo, mas educativo em relação aos estudantes.

Contatos:
Comissão de Comunicação da ocupação:

Luisa (DCE)- 86829625
Firminia (ANEL)– 84085076
Leonardo (UNE) - 84982338

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DCE UEPB realiza seminário sobre os 30 anos da Anistia no Brasil





Nos dias 12 e 13 de novembro de 2009, ocorrerá o Seminário "30 Anos de Luta Pela a Anistia", que ocorrerá na Faculdade de Direito da UEPB e na Faculdade de Direito da Facisa.

Em 1979 o povo brasileiro conquista uma vitória importante: a Lei da Anistia de 79. Ainda é muito recente esse período negro na história de nosso país. Essa história não poderá ser esquecida.

Por isso o DCE UEPB, a UNE, o Centro Cultural Manoel Lisboa - Paraiba, o Jornal Averdade, o DA de Direito da Facisa e o Movimento Correnteza estão preparando este evento, com o apoio da UEPB e da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

O Seminário terá a presença de vários perseguido e torturados pela ditadura, entre outros, como Edval Cajá, Prof Arroxelas, Prof Aécio Filho, Dep Luiz Couto e a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

A participação será gratuita com um preço simbólico de R$ 5,00 para obter o certificado.


PROGRAMAÇÃO

16:00H - EXIBIÇÃO DE FILMES - AUDITÓRIO DO DCE UEPB

19:00H - QUINTA-FEIRA (AUDITÓRIO DO CCJ/UEPB)

*A LUTA CONTRA A DITADURA E A LEI DA ANISTIA

- EDVAL NUNES CAJÁ;
- ANTONIO AUGUSTO ARROXELAS;
- PROF AÉCIO FILHO;
- DEP LUIZ COUTO;
- CASP;
- UNE.

SEXTA-FEIRA (AUDITÓRIO DA FACISA)

16:00H - EXIBIÇÃO DE FILMES - AUDITÓRIO DO DCE UEPB

19:00H - *30 ANOS DA LEI DA ANISTIA E OS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL

- COMISSÃO DA ANISTIA;
- PROF AÉCIO FILHO;
- DA DIREITO DA FACISA;
- UNE.


Legislativo comemora os 30 anos da anistia


13/11/2009 17:03


A Câmara Municipal de Campina Grande, atendendo propositura do vereador João Dantas, realizou nesta sexta-feira, 13, sessão especial em homenagem aos 30 anos da Lei da Anistia, que permitiu a volta ao Brasil de políticos, servidores públicos, artistas, estudantes e professores perseguidos pelo regime militar.

Participaram do evento os vereadores Olimpio Oliveira, Tovar Correia Lima, Laelson Patrício, Alcides Cavalcanti, Antonio Pimentel Filho, Rodolfo Rodrigues, o autor da propositura e o presidente do Poder Legislativo campinense, vereador Nelson Gomes Filho.

Também estiveram presentes o sociólogo Edvaldo Nunes Cajá que fez uma explanação dos anos que o País foi comandado pelo Regime Militar; o ex-vereador Oliveiros de Oliveira, a socióloga Lígia Pereira dos Santos, o cordelista e ex-preso político Manoel Monteiro, o deputado Romero Rodrigues, o professor Hermano Nepomuceno, o diretor da UNE, Tiago Medeiros, e ainda presenças de estudantes, professores, entidades de classe e familiares de pessoas anistiadas em Campina Grande.

Na oportunidade, João Dantas lembrou que a Lei da Anistia foi aprovada no dia 22 de agosto de 1979 e sancionada pelo então presidente João Baptista Figueiredo seis dias depois. O Projeto de Lei havia sido encaminhado ao Congresso pelo próprio Figueiredo, em junho daquele ano, por pressão da opinião pública.

O vereador João Dantas (PTN), autor da iniciativa e anistiado político, já vítima do Regime Militar preso e torturado, fez um breve relato de sua vida como preso político e disse que “a Sessão Especial é oportuna e necessária a fim de que não caia no esquecimento, não fiquem apenas em registros históricos, os anos de terror e sofrimento ocasionados pelo Regime Militar”.

Lembrou que esta Lei beneficiou imediatamente mais de 4.600 pessoas, entre militantes que foram presos, exilados ou que perderam empregos no serviço público em decorrência da opção política de oposição à ditadura militar. A lei concedeu perdão a atos praticados a partir de 9 de abril de 1964, quando o governo militar editou o Ato Institucional número 1 (AI1), que formalmente justificativa o golpe militar que depôs o então presidente, João Goulart.

Falaram ainda sobre os anos da ditadura no país os vereadores Olimpio Oliveira e Antonio Pimentel, a professora Anita Leocádio Pereira do Santos, o cordelista Manoel Monteiro, professor Hermano Nepomuceno, o ex-vereador Oliveiras Oliveira e Bruno Cunha Lima, Manoel Donato e a professora Lígia Pereira dos Santos.

Fátima Santos e Socorro Eloi

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Chapa da situação promove fraude na eleição do DCE UNICAP


Há dez anos o mesmo grupo político está à frente do Diretório Central dos Estudantes da Unicap, resultado: aumento de mensalidades anualmente sem nenhum questionamento e cobranças abusivas de taxas. É comum vermos a prorrogação de mandatos e processos eleitoras que são anulados por fraude! Afinal, essa é a única forma de se manterem no DCE, haja vista a insatisfação dos estudantes com a paralisia em que se encontra a nossa entidade.
Numa campanha animada por declarações de apoio de muitos colegas, o GRITO ESTUDANTIL denunciou o imobilismo das últimas gestões. As manifestações de apoio declaradas nos corredores e nas filas de votação incomodaram o grupo que vêm tentando se perpetuar no DCE. Vendo se aproximar a hora de acabar o seu reinado, se utilizaram dos mesmos recursos que costumam utilizar todas as vezes que foram ameaçados pela oposição: agressões físicas e fraude, a exemplo do que ocorreu nas eleições de 2007 quando a oposição “ganhou mas não levou”.
Atrasos na abertura e urnas que sequer foram abertas, desaparecimento de cédulas e de listas de votação, constituíram o quadro sombrio criado pelos membros da comissão eleitoral (quase todos ex-diretores do DCE ligados às últimas gestões). Mas, como nenhuma das medidas tirou o ânimo da campanha da oposição, a chapa da situação partiu para o desespero: agrediram o fiscal da chapa GRITO ESTUDANTIL e roubaram a urna do Ciclo Básico, localizada no 8º andar do Bloco G desaparecendo com ela entre os corredores e minutos depois, arremessando-a com o lacre violado próximo ao elevador, no primeiro andar. Simultaneamente, tumultuaram várias urnas onde a votação era favorável ao GRITO ESTUDANTIL. Inclusive, os membros da comissão eleitoral, no lugar de apurarem os fatos e tomarem as devidas providências, participavam do tumulto nas urnas.
O GRITO ESTUDANTIL recorreu ao Conselho de Diretórios Acadêmicos (instância deliberativa do DCE superior à comissão eleitoral e à diretoria) que interrompeu o processo eleitoral e se reunirá às 15h do dia de hoje (29 de outubro) para discutir os encaminhamentos do processo eleitoral.
Lamentamos a existência de forças tão retrógradas no movimento estudantil da Unicap ao ponto de não aceitarem a democracia estudantil e o voto dos estudantes. Cabe esclarecer que essas mesmas forças retrógradas têm por ídolo o Sr. José Sarney e quando o deputado do seu partido político ocupou a presidência da Câmara dos Deputados, defenderam o aumento dos salários dos Deputados sem dar uma só palavra sobre o aumento das verbas para a educação!
Defendemos a destituição da atual comissão eleitoral e a eleição de uma nova comissão que assegure a lisura e a democracia das eleições, bem como, a definição de uma nova data para a realização da votação, assegurando que a maioria dos estudantes escolha a diretoria do DCE.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

IV Congresso do DCE-UEPB aprova luta por mais recursos para a UEPB


De 22 a 24 de outubro, aconteceu na cidade de Patos o 4° Congresso Interno dos Estudantes da UEPB. Organizado pelo DCE-UEPB, mais de 100 delegados discutiram nos três dias de atividades o tema “Dinheiro Público para a Universidade Pública”, além de vários outros temas como movimento estudantil, Enade, assistência estudantil, e a conjuntura no Brasil e na América Latina.
A abertura ocorreu no auditório do Fórum Miguel Sátiro e contou com a participação do prefeito de Patos Nabor Wanderley, da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba, da Reitoria da UEPB, Associação dos Docentes da UEPB, Câmara de Vereadores do Município e da União Nacional dos Estudantes, representado por seu 1° vice-presidente, o companheiro Sandino Patriota.

No dia 23, pela manhã, os participantes debateram o financiamento do ensino superior público. Na mesa, o pró-reitor de Planejamento da UEPB, prof. Rangel Júnior, o presidente da ADUEPB, prof. Cristóvam Andrade, o presidente da ADUFCG-Patos, prof. Jacob Souto e de Sandino Patriota pela UNE. Depois da exposição, vários estudantes participaram ativamente, defendendo maior investimento no ensino público brasileiro, especialmente o apoio às instituições estaduais por parte do governo federal; o monopólio estatal das reservas do pré-sal; o fim do financiamento do ensino privado e a defesa de mais 1% da receita do estado da Paraíba para a UEPB, aumentando o aporte para 6%.

Os grupos de debate, à tarde, mostram a disposição de todos em contribuir no congresso, e forma coordenados pelos próprios estudantes. A fim dos GDs, a plenária aprovou por unanimidade a paralisação da programação, já que chegara à coordenação do Congresso a informação de que a Assembléia Legislativa da Paraíba realizava naquele momento uma sessão especial na a Câmara Municipal de Patos. Os estudantes, então, saíram em passeata para entregar aos parlamentares o documento discutido no congresso e solicitar o apoio parlamentar à proposta de acréscimo nas verbas da UEPB.

Com muita combatividade, todo o congresso percorreu as ruas de Patos com palavras-de-ordens em defesa da educação e por um movimento estudantil combativo. Ao chegar à Câmara, os estudantes foram proibidos de entrar. Por várias vezes os gritos eram ouvidos dentro da sessão especial e, após driblar a segurança do local e adentrar no plenário para apresentar a pauta de reivindicações, a comissão de estudantes foi agredida pelos seguranças da Assembléia Legislativa e expulsos do prédio, fato assistido pelo plenário lotado da Câmara e registrado pela imprensa. O fato só animou mais ainda os estudantes que aguardavam da porta da Câmara, e, logo em seguida, o presidente da sessão se viu obrigado a abrir o microfone ao DCE-UEPB. Então, Tiago Medeiros, coordenador-geral da entidade, defendeu a pauta de reivindicações dos estudantes e fez a denúncia pública das agressões sofridas.

Objetivo cumprido, todos saíram do local com o sentimento de que só com muita pressão e organização será possível conquistar mais verbas para a UEPB, bem como vencer a repressão daqueles que não toleram a rebeldia da juventude por um mundo melhor. À noite, a atividade cultural ficou por conta da apresentação da banda Biquíni Cavadão em praça pública, como parte da programação do aniversário da cidade de Patos.
Já no sábado, realizou-se o debate sobre o golpe militar em Honduras e as lutas na América Latina, contando com a participação de Rafael Freire, do PCR e do jornal A Verdade, e de Sandro Jardel, vereador do PT na cidade de Taperoá-PB. O tom da discussão foi a luta pelo socialismo no continente e a necessidade de uma maior organização popular no Brasil para tirarmos o país da lógica das privatizações e da influência dos EUA nas nossas decisões.

Após do debate, a plenária final aprovou o plano de lutas do DCE-UEPB, a criação da Diretoria de Mulheres do DCE; a incorporação imediata da representação estudantil dos novos campi já criados ou daqueles venham a ser formados na estrutura do DCE e moções de apoio ao diploma de Jornalismo e de repúdio à criminalização dos movimentos sociais.
Por fim, a plenária dedicou aquele 4º Congresso ao estudante José Anchieta, desaparecido desde 1969, após ser expulso da Furne, antiga UEPB, pelas forças de repressão da ditadura militar. Com isso, a gestão Correnteza prova mais uma vez que é com organização e espírito de luta que se faz um movimento estudantil combativo e comprometido com as transformações do nosso país.

Paulo Romero, DCE-UEPB

Com chapa única, a Gestão Zumbi Caeté consegue reeleição tendo uma grande participação dos estudantes do curso de Comunicação Social - COS.


Há pouco mais de um ano foi formado um grupo que adotou o nome de Zumbi Caeté, em homenagem à resistência e bravura do povo alagoano, representado nas heróicas lutas por liberdade dos negros, lideradas por Zumbi, e dos indígenas, concebida nos Caetés.

No Curso de Comunicação Social - COS, essa resistência deu seu primeiro resultado ao derrotar o grupo das antigas gestões, ligado ao PSTU/Além do Mito, que travavam a participação direta dos estudantes e o avanço das lutas. Esses que vem cumprindo o mesmo papel na direção do DCE-UFAL.

Em agosto do ano passado, por uma diferença ainda pequena (10% - 26 votos), a chapa Zumbi Caeté, tomou posse da Gestão 2008/09 prometendo a retomada das lutas e a construção coletiva desse importante diretório acadêmico.

Esse objetivo foi certamente bastante perseguido: a sede do DAFN foi transformada (ganhou computador, sofá, frigobar, ar-condicionado) e agora está sempre repleta de estudantes, a rádio livre N´ativa (localizada dentro do curso) foi reativada, seminários, festas, atividade do dia da mulher, debate e luta em defesa do diploma de jornalista, celebração do dia dos Relações Públicas, apoio a participação nos jogos internos, apoio ao trote e a semana dos estudantes de comunicação, participação nos encontros de área e a comemoração do aniversário de 30 anos do COS, movimentaram bastante o curso e garantiram a coesão dos estudantes para as lutas.

Primeiro, o caso do professor aloprado (professor que tinha DE e trabalhava para uma empresa privada e ainda queria que os estudantes fizessem o irregular trabalho dele), depois a defesa da democracia nas eleições do colegiado e, por fim, a grande luta que parou o curso exigindo mais professores e solução para os problemas de estrutura. Um grande ato mobilizou todos estudantes, os professores comprometidos e até os funcionários do curso, que saíram em passeata ocupando a reunião dos Pró-Reitores da UFAL.

Seguramente, com essas batalhas, ficou difícil para a “oposição” ter espaço no curso. De certo, esse grupo que dominou o DAFN por quase 7 anos não conseguiu formar uma chapa para a disputa. Enquanto faltaram 12 para essa dita oposição, o grupo Zumbi Caeté, com seus 42 membros, se reelegeu para fortalecer o DAFN e fazer mais uma gestão de luta. Com o tema: Juntos, somos mais DAFN. Elaine Gonzaga diretora de comunicação da nova gestão afirma: “vamos dar um passo a frente na unidade dos estudantes e nas suas conquistas. O DAFN sai fortalecido dessas eleições. Certamente, esses 240 votos conquistados com chapa única mostram a força que nos fará transformar o movimento estudantil da UFAL”.


Ésio Melo

Coordenador do Diretório Acadêmico Freitas Neto de Comunicação Social da UFAL

Membro do Movimento Correnteza – UFAL

Coordenação da União da Juventude Rebelião - Alagoas

DCE UFRPE luta por transporte de qualidade em Serra Talhada











"tudo tem o seu tempo determinado"...
Teoricamente é isso que se diz a um jovem em nossa sociedade. porém, diante de tanta desigualdade que se deve fazer? para alguns o caminho mais fácil seria o da conversa, do diálogo em salas fechadas, reuniões "quase secretas", ou puro e simplesmente a espera...
Isso era o que se esperava dos estudantes da UFRPE/UAST (unidade academica de serra talhada) por parte das autoridades da cidade, que volta e meia vem desapontando os estudantes, que neste último dia 07 de outubro decidiram parar. O motivo: um acidente envolvendo um carro da empresa que faz o transporte dos estudantes da cidade até o Campus, explorando a juventude através de um monopólio absurdo.




Os Universitários, dirigidos pelo DCE ( GESTÃO RECONSTRUÇÃO) fecharam a estrada que dá acesso ao Campus reivindicando da prefeitura a licitação bem como a melhoria do transporte e a segurança nas proximidades da universidade.



Não demorou muito as autoridades vieram para negociar com os estudantes um meio de "contornar a situação", "desatar os nós", "sentar pra bater um papo". e em reunião na prefeitura da cidade, alunos, professores e os responsáveis pelo transporte local, depois de muita pressão por parte dos estudantes, resolveram ceder, e admitir que o monopólio não poderia mais existir. em trinta dias a licitação começa, e com um aviso dos estudantes:



SE A EXPLORAÇÃO CONTINUAR...AGENTE PARA!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Poema contra o Golpe em Honduras




A nação diz não ao golpe


Já não tem valor algum
o voto do cidadão
Com o caso de honduras
se envergonha a nação
A america clama justica
pede a volta de Zelaya
abaixo a ditadura
queremos paz em honduras
e o fim da repressão

Trabalhadores e estudantes
forão as ruas pra mudar
Zelaya é o presidente
isso tem que acabar
os golpistas não aceitarão
prenderão e espancarão
até morte houve lá
abaixo a ditadura

chega de represão
não ao golpe militar

Esse caso é vergonhoso
pra toda america latina
Já basta a corrupção
desempregos e chacinas
O mundo diz não ao golpe
repressão carnificina
Zelaya é o presidente
abaixo a ditadura
fala a america latina




(Poeta Aziel Lima - Operário e Comunista)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

DCE UFRPE realiza festival de Cultura e Arte


A cultura e arte é tratada pela grande mídia de forma excludente. Dificilmente um artista de origem popular, que produza uma arte crítica conseguirá espaço nessa imprensa viciada em artistas vazios. A indústria cultural, com seus padrões enlatados e sensacionalistas, acumula bilhões de dólares todos os anos, que ficam concentrados nas mãos das grandes empresas, excluindo assim, os artistas populares.Além disso, poucas pessoas tem acesso a atividades culturais, como, peças de teatro, saraus, shows, cinema, por conta do alto custo que as grandes gravadoras impõe ao público. Com o intuito de difundir a cultura popular, e democratizar o acesso a arte por parte dos estudantes, o DCE-UFRPE realizará nos dias 14, 15 e 16 de outubro, o Festival de Cultura e Arte da UFRPE, que contará com uma programação que inclui debates, mostra de cinema, esquetes de teatro, exposições, saraus, e shows. Se você, estudante da UFRPE, se interessa em participar, expor sua produção cultural, se inscreva na sede do DCE, no seu DA, ou no e-mail: imprensadceufrpe@hotmail.com]


Programação:


Quarta-feira (14.10)


16h Cine-debate – Baile Perfumado(Sala de audiovisual do CEGOE)
19h Conferência de AberturaA cultura e a arte como instrumentode integração popularSilvério Pessoa – Artista popular(Salão nobre da UFRPE)
21h Noite do ROCKAmbrosino Martins (Serra Talhada)Projeto Tonhão (Serra Talhada)(Quadra do DCE)


Quinta-feira (15.10)

16h Oficina de Teatro com Luan Sobral(CEGOE)
19h Mesa-redondaA influência da cultura e da arte na educaçãoProfª Lúcia Falcão – História UFRPEZé Brown – Ex-faces do SubúrbioLula Cortes – Secretaria de Cultura de Jaboatão(Auditório do CEGOE)
21h Noite AFROGrupo percussivo OBÁ OKÊMeninos do Bosque (samba)(Quadra do DCE)


Sexta-feira (16.10)


16h Cine-debate – A revolução não será televisionada(Sala de audiovisual do CEGOE)Com a presença da Consul Geral da Venezuela Coromoto Godoy
19h Mesa-redondaO Cordel como instrumento de resistência culturalProfª Angela Grillo – História UFRPEJosé Evangelista – CordelistaCarlos Carlos – Poeta urbano
21h Noite do FORRÓSó triscando (Serra Talhada)Forró do Busão (Serra Talhada)Forró de Cana (Recife)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Denúncia: estudantes e professores do Equador são reprimidos pelo Governo Correa

Saludos.

Por favor ayudar a denunciar la represión que el gobierno viene desatando en las movilizaciones estudiantiles y de maestros, difundir al maximo estas fotos e información.

1. Jueves 10 de septiembre en el colegio Mejia se viola la autonomia con la cual cuenta los centros educativos, se detiene a 10 estudiantes los cuales para ser puestos en libertad tienen que cancelar 45 dolares y en la actualidad cumple labores comunitarias si faltan un dia a esta actividad son inmediatamente detenidos o se les suma otra sancion. Mayor información sobre este caso abogada Dayse Nuñez 086351116.

2. Miercoles 23 de septiembre es herido en la cabeza por un impacto de bomba lacrimogena, el Compañero Paul Velásquez. Secretario Nacional de la FEUE.

3. Seguidamente el jueves 24 de Septiembre en Cuenca y Quito se viola la autonomia de la Universitaria. En la Universidad Central de Quito la policia ingresa alrededor de las 9: 00 de la noche, procede a detener a tres estudiantes universitarios los cuales son puestos en libertad luego de dos dias.

4. En el colegio Central Tecnico el mismo dia jueves miembros de la policia ingresan al colegio detienen a varios estudiantes incluso a jovenes que transitaban por la calle tal como ecuavisa informo el viernes 25 por la mañana.

5. Viernes 25 miembros de la Policia del GIR, GOE, GOM tal como se puede ver en una de las fotografias reprimen con fuerza y violencia la movilización de los estudiantes del colegio Central Tecnico. La policia utiliza balas de goma y perdigones causando varios estudiantes heridos. En la actualidad el compañero Marco Tituana Rivas, estudiante del Colegio Central Tecnico de 6° curso se encuentra en el hospital Pablo Arturo Suarez, recuperandose de una herida causada por un perdigon en su tobillo izquierdo el mismo que le traspaso, esta herida le llevo a ser sometido a una operación, su rehabilitación durará 6 meses. De igual Manera en la Loja un estudiante del colegio Bernardo Valdivieso fue impactado con una bomba lacrimógena en la frente se encuentra hospitalizado su salud es estable. El nombre del estudiante es Junior Consa.

6.El mismo dia es detenido el compañero Enver Aguirre, dirigente provincial de la JRE, al cual se le lleva al Reten Policial de la Jipijapa ubicado al norte de Quito en donde se procede a golpearle causandole heridas en su boca, pomulo derecho, costillas y piernas. No conformes con los golpes al compañero se le hostiga con un interrogatorio y amenazas. El compañero ya esta en libertad y sigue adelante en esta lucha en defensa de la educación pública.

7. A estos hechos se suman las detenciones del Presidente de la UNE de Guayas William Pazmiño, Alejandro Vargas
Presidente de la JRE de Guayas, junto a las detenciones de varios maestros, estudiantes universitarios, secundarios y jovenes.
Solo en Quito se calcula que durante estas dos semanas de paro 250 estudiantes secundarios han sido detenidos a los cuales se ha puesto en libertad luego de golpearlos, pedirles dinero o luego de haber cumplido dos dias de detencion. La Mayoria de estos jovenes y adolecentes son de los colegios: Mejia, Montufar, Miguel de Santiago, Cinco de Junio, Odilo Aguilar, Central Tecnico, Mantilla, Electronico Pichincha.

Por favor solicitamos se envie información del resto de provincias ya que el dia martes 29 de septiembre las organizaciones estudiantiles y juveniles: FESE, FEUE, FEPE, FEPON, JRE y Diablo Huma, demandaremos que el Ministro de Gobierno explique del por que de esta represión a las movilizaciones estudiantiles.


FEUE DIRECTIVA NACIONAL
"Luchar y estudiar junto al Pueblo, por la Revolución"
Quito - Ecuador

BERGSON GURJÃO, presente!

Bergson Gurjão Farias nasceu em 17 de maio de 1947, em Fortaleza, Ceará, filho de Gessiner Farias e Luiza Gurjão Farias. Estudante do Curso de Química da Universidade Federal do Ceará, militante do Partido Comunista do Brasil e Vice-Presidente do Diretório Central dos Estudantes da UFC, em 1967. Foi preso no Congresso da UNE, em lbiúna, em 1968 e foi expulso da Faculdade com base no Decreto-lei 477.
Ainda em 1968, no Ceará, foi gravemente ferido à bala na cabeça quando participava de uma manifestação estudantil. Refeito dos ferimentos e sob feroz perseguição, foi para o interior, onde continuou as suas atividades políticas. Bergson foi ferido em combate em 8 de maio de 1972, na Guerrilha do Araguaia. Antes disso, ele atirou no então tenente Álvaro Pereira, que sobreviveu e hoje é general da reserva e um dos ideólogos das Forças Armadas. Após ter sido ferido, Bérgson foi brutalmente torturado e morto a pauladas e a vários furos de baionetas. Seu corpo foi levado para Xambioá, todo deformado, tendo sido dependurado em uma árvore, com a cabeça para baixo, a qual era chutada constantemente pelos pára-quedistas do Comando de Caça aos Comunistas.
Seu desaparecimento foi denunciado em juízo, em 1972 e 1973 pelo preso político Dower Moraes. Dower diz que foi preso e torturado junto com Bergson e que ele foi morto à baioneta. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos receberam no dia 06 de julho de 2009 a confirmação através de um novo exame de DNA, com resultado positivo na identificação dos restos mortais do guerrilheiro BERGSON GURJÃO, desaparecido no Araguaia em 1972.
Seu corpo foi tão esmagado e esfacelado que vários exames de DNA não conseguiram confirmar sua identificação e só com uma nova tecnologia recentemente implementada é que foi possível fazer a reconstituição e assim confirmar que era Bergson Gurjão. A Guerrilha do Araguaia, organizada por Bergson e seus companheiros, tinha como objetivo derrubar a ditadura militar e implantar o Socialismo em nosso país.
A ditadura militar, instalada no Brasil em 1964, que veio para impedir mudanças no sistema econômico, político e social que viessem a afetar os interesses dos monopólios internacionais, deixou como saldo (levantamento parcial, pois nem todos os documentos foram abertos ao público ou sequer aos pesquisadores): 50 mil pessoas presas nos primeiros meses após o golpe; 20 mil pessoas submetidas a torturas durante todo o período da ditadura: 426 mortos e “desaparecidos”, 10.034 cidadãos atingidos por inquéritos policiais-militares, dos quais 7.367 acusados formalmente; quatro condenados à pena de morte, depois comutados por banimento, 130 banidos e 4.862 mandatos cassados.
Mesmo depois de tanto sangue, de jovens como Bérgson Gurjão, ter sido derramado pra derrotar o Estado de Exceção, muitas práticas antidemocráticas e fascistas permanecem no nosso país. Nenhum governo até hoje teve a coragem de abrir os arquivos da ditadura, nem mesmo o governo atual. E compactuar com isso é manter os torturadores sem nenhuma punição, as famílias dos revolucionários sem o direito inalienável de enterrar seus filhos, por lado, os crimes das forças armadas estão sendo protegidos.
Para construirmos um Brasil realmente livre e soberano é necessário que o façamos pensando para frente e não para trás, nos baseando nos ideais socialistas destes mártires e não no conservadorismo das elites e do exército, promovendo anistia e pagando as indenizações às famílias e não protegendo assassinos. Enquanto essa política imperar em nosso país, continuará a pobreza, desemprego e com ela a violência, reina as torturas e assassinatos praticados diariamente contra presos comuns e nas favelas das grandes cidades.
Como jovens comunistas revolucionários fazemos o juramento de dar continuidade à luta de Bergson Gurjão e de tantos outros que deram o melhor de si, a sua vida, para construirmos uma sociedade onde prevaleça à justiça e igualdade social, a sociedade socialista. Junte- se nós!



UNIÃO DA JUVENTUDE REBELIÃO

domingo, 4 de outubro de 2009

Calendário de atividades da União Nacional dos Estudantes

- 14 e 15 de Outubro. Blitz no congresso debatendo a campanha da UNE sobre o pré-sal.

- 17 de Outubro (Manhã): Debate sobre o Pré-Sal como parte da reunião de diretoria da UNE.

- 17 de Outubro (Tarde): Debate sobre Educação e Conae como parte da reunião de diretoria da UNE.

- 18 de Outubro (Manhã): Grupos temáticos sobre as diretorias da UNE (Mulheres, Políticas Educacionais, Assistência, RI etc..)

- 18 de Outubro (Tarde): Aprovação das propostas da diretoria da UNE.

- 20 ou 21 de Outubro: Manifestação em defesa dos 50% dos recursos do pré-sal para educação.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

UNE dá início à sua campanha para que 50% do Fundo Social do Pré-sal sejam destinados à Educação

Da campanha “O Petróleo é Nosso” ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!


De 1947 a 1953 a União Nacional dos Estudantes foi protagonista da luta “em defesa do patrimônio territorial e econômico do Brasil”, através da campanha “O Petróleo é Nosso”. Ela aglutinou o conjunto da sociedade brasileira e se contrapôs aos “entreguistas” que defendiam um ciclo produtivo do petróleo para as mãos de empresas privadas e estrangeiras. A UNE e o povo brasileiro saíram vitoriosos desta campanha com a criação, no dia 3 de outubro de 1953, da Petrobras, com um rígido monopólio estatal sobre o petróleo.


No dia 8 de novembro de 2007, a Petrobras anunciou o Pré-Sal, área que, até o presente momento, apresentou elevado potencial petrolífero e baixo risco de exploração. Isto porque das 13 (treze) perfurações realizadas até hoje todas identificaram petróleo, diferentemente da média do Brasil anterior ao Pré-Sal, que era de 10 (dez) para 1 (um). E de elevado potencial porque o país tem hoje 14,2 bilhões de barris de reservas, que poderá chegar a 70 bilhões de barris. Isto demonstra que o Pré-sal é um grande patrimônio do Brasil, questão determinante que deve mobilizar o conjunto da sociedade para garantir que tamanha riqueza sirva ao interesse da Nação e do nosso povo.


Ainda persiste na base das expectativas o quanto em dinheiro poderá ser arrecadado com o Pré-Sal, mas estima-se que pode multiplicar por 6 (seis) o Produto Interno Bruto – PIB do Brasil. Com isso, descortina-se uma oportunidade ímpar para alavancar um novo desenvolvimento nacional, que coloque em primeiro lugar a elevação da condição de vida do povo brasileiro. Para tanto, a criação de um fundo constitucional, que terá como recurso a arrecadação da União com o Pré-Sal e outras áreas estratégicas, deve ser destinada para educação, cultura, ciência e tecnologia, meio-ambiente, combate a pobreza e desenvolvimento do país, com percentagem definida por lei para cada área.

Devemos, deste modo, exigir um valor vultoso para educação, uma campanha da UNE que se espraie por toda sociedade defendendo 50% do fundo para o setor. Este instrumento, além de garantir o investimento em áreas estratégicas, impede o dispêndio desta riqueza com o pagamento da divida pública.


No governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (FHC), as opções privatistas adotadas influenciaram diretamente na política de exploração do petróleo. Este setor conservador que governava o país diminuiu a participação da União na Petrobras, restando na mão do Estado brasileiro apenas 39% das ações da empresa. Além disso, retirou o exercício exclusivo do monopólio da União por uma única empresa estatal - só não conseguiram privatizar a Petrobras graças ao combate feito pela UNE e diversos setores da sociedade a esses anos neoliberais. Essas atitudes foram implementadas pelo governo de FHC sob a justificativa de que a Petrobras não tinha recursos, nem mão de obra qualificada, por isso a atitude de atrair multinacionais para a exploração do petróleo. Atitude equivocada que deve ser revertida neste novo marco regulatório.

A descoberta do Pré-Sal abre um novo período do desenvolvimento brasileiro: temos a oportunidade de constituir uma indústria nacional forte, por isso devemos investir em todo ciclo produtivo do petróleo, que passa pela extração, transporte e refino e outras áreas. Devemos garantir a produção de plataformas, navios e a construção de refinarias em nosso país. Isto representará, além de uma forte retomada da indústria do ciclo petrolífero, a criação de milhões de empregos diretos e indiretos. Esta descoberta ainda deve contribuir para a preservação do meio-ambiente e servir de instrumento para alavancar o desenvolvimento de energias renováveis, diversificando a matriz energética e contribuindo, assim, para colocar o Brasil na ponta da elaboração de energias renováveis.


Partindo desses pressupostos - do advento do Pré-Sal, da compreensão de que os recursos que lhe são oriundos devem ser apropriados pelo seu legitimo dono, o povo brasileiro – é preciso desmontar o arcabouço neoliberal e fortalecer a presença do estado nacional. A UNE acredita ser indispensável a aprovação de um novo marco regulatório, que substituirá a lei do petróleo de 1997, do FHC.


Este novo marco regulatório deve estabelecer que as rendas dessas áreas fiquem com o estado brasileiro, diferentemente do atual modelo no qual toda a produção é apropriada pela empresa exploradora. O novo marco deve ainda garantir o controle estatal da produção e fortalecer a Petrobras, patrimônio conquistado na campanha “O Petróleo é Nosso”, de modo que ela seja a operadora exclusiva do Pré-Sal. O Estado precisa, assim, retomar o capital acionário da empresa, saindo da condição vergonhosa em que se encontra, na qual praticamente 60% de suas ações estão nas mãos da iniciativa privada, em especial do capital estrangeiro.
Deve também constar desta mudança da lei do petróleo uma nova divisão da rendas advindas dos royalties e participação especial, garantindo, desta forma, uma redistribuição para todo o país que contribua para a diminuição das desigualdades regionais e para o pleno desenvolvimento da nação.

Nesta quadra, a União Nacional dos Estudantes, herdeira e protagonista da luta por um Brasil soberano e em defesa do patrimônio do povo brasileiro, deve convocar todos os estudantes e a sociedade brasileira a construir uma campanha em defesa do petróleo, com ampla mobilização e debate acerca deste tema nas universidades brasileiras.

- 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação
- Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.

UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

COEB convoca IV Congresso Interno dos Estudantes da UEPB

O COEB do DCE UEPB, realizado no dia 03 de setembro de 2009, convocou a realização do IV Congresso Interno dos Estudantes da UEPB, que será realizado na cidade de Patos-PB, nos dias 21, 22, 23 e 24 de outubro.
O Congresso Interno terá como o tema "Dinheiro Público para a Universidade Pública!" e terá como meta a participação de delegados de todos os centros.
O congresso Interno acontecerá paralelamente com a Semana Universitária do município, que contará com uma vasta programação de shows w praça pública.
O regimento interno e o calendário de eleições, elaborado pela CEECO, será divulgado neste Blog.
Participe!!!
Viva o IV Congresso Interno dos Estudantes da UEPB